Cada vez mais venho a perceber como os acontecimentos, comportamentos, cenários, as ações de um modo geral são extremamnte dinâmicas. Dentro desta ótica desenvolvi uma música de nome “Novos tempos” retratando diversos momentos de mudanças contínuas e o quão necessárias são estas mudanças. Mudar frequentemente é a essência de viver, pois só à morte está fadada à eternidade estática.

Novos Tempos
A vela mudou de rumo no mar:
ventos sopraram noutra direção;
Camaleões tomam novas cores:
predadores se aproximarão;
Relevos ganham ares distintos:
calor ardente e ocupação;
Modismos são bregas em um piscar:
Tendências vem e somem no verão;
Discursos já não são mais os mesmos:
adaptaram-se a situação;
Olho, por diante, certo contemplar:
agora vejo mais do que razão.
Muda, transforma, surge nova …
renovação
Novos tempos: claros, cinzentos …
a cada estação
Muda, transforma, surge nova …
renovação
Novos tempos: claros, cinzentos …
a cada estação
Novos tempos: claros, cinzentos …
a cada estação
Novos tempos: claros, cinzentos …
a cada estação
Estanque, estão os mortos.
Avante, nas incertezas.
Novos tempos, são meus votos.
Infante, marchando, seja!