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	<title>OOlhar Crítico</title>
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		<title>OOlhar Crítico</title>
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		<title>O humor de encher os olhos &#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 14:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauro Gryon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O humor na TV anda mal das pernas e, salvo raras exceções, vem  mantendo uma fórmula: envelhecida, ultrapassada, descontextualizada da realidade e caricata em proporções sem cabimento. Para ratificar estes dados venho a propor um teste. Assista ao vídeo abaixo e perceba se em algum momento, em algum momento mesmo que mínimo, conseguirá mover sua face próximo a um sorriso. Não estou ainda a pôr em questão a qualidade do roteiro, da atuação dos &#8220;comediantes&#8221;, da infra-estrutura da filmagem; apenas quero saber se a finalidade do humor é despertada em você, quero dizer, se existe determinada graça. </p>
<p>]<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oolharcritico.wordpress.com/2009/09/07/o-humor-de-encher-os-olhos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/bP8YkvQ4gJk/2.jpg" alt="" /></a></span>  </p>
<p>Posso afirmar com segurança que se manteve indiferente à cena e ainda posso afirmar, que uma aposta neste sentido, seria mais rentável que qualquer jogo de corrida de cavalos, investimento na bolsa ou coisa que o valha, pois haveria um grau de risco próximo dos 0%. </p>
<p>Pois bem, é esse o tipo de humor que merecemos assistir? Cercado de ações espalhafatosas, sem nexo, de mau gosto, repetitivas e tediosas? Seguindo um lado, de certa maneira antagônico, Há um surto, em grande parte nos teatros, da comédia stand up, onde esta é caracterizada por improviso e críticas à temas cotidianos. Certamente este jeito de fazer humor atingirá seu ponto de saturação, todavia penso que seja um estilo mais oportuno, já que constrói críticas verdadeiras (propondo  até, mesmo que indiretamente, uma reflexão sobre nossos comportamentos no dia-a-dia). É um meio o qual agrega valor, que exige o talento nato do comediante e não meramente o decorar de textos mornos, caretas ou vozes esdrúxulas. </p>
<p>Fica a sugestão então de duas linhas de humor que seguem as tendências do Stand Up Comedy, ou Comédia em Pé.  A começar por Marcelo Adnet, com seu &#8220;15 minutos&#8221;. Ele é versátil, canta, toca, imita, representa, improvisa, debate assuntos e entra em contato com seu público continuamente. É um artista (embora ainda muito jovem) completo e tenho certeza que pertencente a uma nova geração de humor. Outro grande talento é Bruno Mazzeo, filho de Chico Anísio, porém desprovido de qualquer crítica de nepotismo, já que seu estilo difere totalmente ao de seu pai. Mazzeo, não somente atua com precisão, mas desenvolve também roteiros magníficos em &#8220;Cilada&#8221;.  O programa Cilada é uma narrativa de atividades embaraçosas, fazendo jus ao título e que sempre tendem a colocar o espectador em profunda identificação com a história. </p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oolharcritico.wordpress.com/2009/09/07/o-humor-de-encher-os-olhos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/OMieaXdzhzI/2.jpg" alt="" /></a></span> </p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oolharcritico.wordpress.com/2009/09/07/o-humor-de-encher-os-olhos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/3RKYSS3DyXM/2.jpg" alt="" /></a></span> </p>
<p>Para concluir, se somos críticos ao comprar determinada roupa, apreciar certo alimento, julgar uma série de serviços e produtos por nós consumidos, então por que não sermos mais críticos também ao humor na TV?  A tolerância ao mau gosto deve acabar. Temos de ser mais exigentes e cobrar por bons trabalhos artísticos.  A resposta a esse panorama atual e quase que homogêneo de péssimos programas é o da indiferença, ou seja, não os assista!  Já que, o humor de encher os olhos, tem sido em sua grande parte o de encher os olhos de lágrimas de decepção.</p>
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		<title>Direitos e deveres</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 20:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauro Gryon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Restrições]]></category>

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		<description><![CDATA[        
O questionamento quanto à ingestão excessiva de álcool, tratando-se, sobretudo, dos motoristas usuários, é um ponto de discussão frequente. Várias são as vertentes, cada qual defendendo seu ponto de vista. Entretanto, é preciso, acima de tudo, pensar em um bem estar social &#8211; coletivo.
    [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=73&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_8Us7czZwmqg/SGdpzDTm_iI/AAAAAAAAAwM/AT8ERxMW8cs/s400/charge-bebida-direcao-2.jpg" class="aligncenter" width="400" height="320" />        </p>
<p>O questionamento quanto à ingestão excessiva de álcool, tratando-se, sobretudo, dos motoristas usuários, é um ponto de discussão frequente. Várias são as vertentes, cada qual defendendo seu ponto de vista. Entretanto, é preciso, acima de tudo, pensar em um bem estar social &#8211; coletivo.</p>
<p>        É notório que qualquer ato proibitivo ou de sanção, de certa forma tenda a restringir a liberdade de indivíduos. Todavia, segundo ainda esta linha de pensamento, a garantia plena de liberdade conferida a certo indivíduo poderá acarretar simultaneamente na limitação de liberdade de outro indivíduo, posto que interesses podem ser conflitantes. Por isso, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre estas relações.</p>
<p>        Este equilíbrio está centrado, principalmente, nas proporções que medidas estabelecidas possam influenciar na sociedade. Ou seja, se a restrição do consumo de bebidas alcoólicas resulta em certas limitações nas ações de pessoas, mas, em contrapartida: é responsável por uma queda significativa de acidentes de trânsito e redução das agressões em domicílios; logo realizar uma campanha de restrição ao álcool é uma ação benéfica e plausível.</p>
<p>         Em suma, assim como, de acordo com a constituição, a todo cidadão são garantidos direitos, também são conferidos deveres, já que esta é a essência a garantia de uma coesão social. Portanto, o dever de um cidadão beber com moderação está intimamente ligado ao direito à vida de seus semelhantes. Esta deve ser sempre a questão central.</p>
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		<title>Novos tempos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 01:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauro Gryon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais venho a perceber como os acontecimentos, comportamentos, cenários, as ações de um modo geral são extremamnte dinâmicas. Dentro desta ótica desenvolvi uma música de nome &#8220;Novos tempos&#8221; retratando diversos momentos de mudanças contínuas e o quão necessárias são estas mudanças. Mudar frequentemente é a essência de viver, pois só à morte está [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=26&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Cada vez mais venho a perceber como os acontecimentos, comportamentos, cenários, as ações de um modo geral são extremamnte dinâmicas. Dentro desta ótica desenvolvi uma música de nome &#8220;Novos tempos&#8221; retratando diversos momentos de mudanças contínuas e o quão necessárias são estas mudanças. Mudar frequentemente é a essência de viver, pois só à morte está fadada à eternidade estática.</p>
<p><img alt="" src="http://albumlv.files.wordpress.com/2008/02/album-6.jpg?w=635&#038;h=477" class="aligncenter" width="635" height="477" /></p>
<p><strong>Novos Tempos</strong></p>
<p>A vela mudou de rumo no mar:<br />
ventos sopraram noutra direção;</p>
<p>Camaleões tomam novas cores:<br />
predadores se aproximarão;</p>
<p>Relevos ganham ares distintos:<br />
calor ardente e ocupação;</p>
<p>Modismos são bregas em um piscar:<br />
Tendências vem e somem no verão;</p>
<p>Discursos já não são mais os mesmos:<br />
adaptaram-se a situação;</p>
<p>Olho, por diante, certo contemplar:<br />
agora vejo mais do que razão.</p>
<p>Muda, transforma, surge nova &#8230;<br />
renovação<br />
Novos tempos: claros, cinzentos &#8230;<br />
a cada estação</p>
<p>Muda, transforma, surge nova &#8230;<br />
renovação<br />
Novos tempos: claros, cinzentos &#8230;<br />
a cada estação</p>
<p>Novos tempos: claros, cinzentos &#8230;<br />
a cada estação</p>
<p>Novos tempos: claros, cinzentos &#8230;<br />
a cada estação</p>
<p>Estanque, estão os mortos.<br />
Avante, nas incertezas.<br />
Novos tempos, são meus votos.<br />
Infante, marchando, seja!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oolharcritico.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oolharcritico.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oolharcritico.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oolharcritico.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oolharcritico.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oolharcritico.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oolharcritico.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oolharcritico.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oolharcritico.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oolharcritico.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=26&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Lauro Gryon</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Os limites da interpretação</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 22:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauro Gryon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<category><![CDATA[Interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Madoz]]></category>

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		<description><![CDATA[Complexa e polissêmica a Leitura.  Sempre um abismo a separar entre Autor e Leitor, em que na verdade não há aproximação e sim um menor distanciamento. Nunca haverá harmonia constante das idéias daquele que transmite para o que as recebe. Pois, o texto é um lago de palavras, frases, estrofes, e, o leitor, um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=22&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Complexa e polissêmica a Leitura.  Sempre um abismo a separar entre Autor e Leitor, em que na verdade não há aproximação e sim um menor distanciamento. Nunca haverá harmonia constante das idéias daquele que transmite para o que as recebe. Pois, o texto é um lago de palavras, frases, estrofes, e, o leitor, um humilde pescador a deriva. Os peixes, que no lago habitam, são o significado, a fonte de procura. Pobre é o pescador, notório que não pescará todos os peixes e, dependendo do lago, se não for tão límpido e claro, pescará até o que não são peixes. </p>
<p>Assim é o ato de ler: o entender de uma proposta, a captura da essência, uma contínua reflexão com o ambiente e não somente o decifrar de registros e símbolos. As fotografias de Madoz são mais que um instante congelado de forma poética. Ocorre o registro visual de objetos casuais, que ao participarem de um verdadeiro processo de &#8220;desconstrução construtiva&#8221;, tornam-se extremamente cativantes a uma leitura. </p>
<p>Lauro Gryon<br />
oocritico@yahoo.com.br</p>
<p>Abaixo segue o site com imagens da obra do Fotógrafo Chema Madoz, expostas no Centro Cultural Banco do Brasil em Junho de 2007.</p>
<p><a href="http://www.chemamadoz.com/gallery1.htm">http://www.chemamadoz.com/gallery1.htm</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/oolharcritico.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/oolharcritico.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/oolharcritico.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/oolharcritico.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/oolharcritico.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/oolharcritico.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/oolharcritico.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/oolharcritico.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/oolharcritico.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/oolharcritico.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/oolharcritico.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/oolharcritico.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=22&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ser ruim</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 17:42:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauro Gryon</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Parafuso]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rogério]]></category>
		<category><![CDATA[Ruim]]></category>
		<category><![CDATA[Skylab]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é ser ruim? Se há resposta, então o que é ser bom? O que é bom pode ter algo de ruim? Se há um misto dos dois sempre presentes, não podemos classificar entre bom ou ruim? Ou classificamos a partir do que é mais presente, mesmo que nunca ocorra a totalidade de um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=21&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O que é ser ruim? Se há resposta, então o que é ser bom? O que é bom pode ter algo de ruim? Se há um misto dos dois sempre presentes, não podemos classificar entre bom ou ruim? Ou classificamos a partir do que é mais presente, mesmo que nunca ocorra a totalidade de um lado?</p>
<p>Com estas perguntas me indaguei após ouvir algumas músicas de Rogério Skylab. Aparentemente ao analisar, sobretudo as letras das canções, o ouvinte diria que tratasse de um trabalho de baixíssima qualidade. Mas, uma música existe somente a partir de uma letra? Não há melodia? Harmonia? Acordes? Mensagem? Métrica? Técnica? Feeling? Performance? </p>
<p>As variáveis são tantas que percebo: nós julgamos a qualidade das coisas apenas pelos sinais que nos chamam mais atenção, daí a diversidade de gostos e preferências (sejam musicais, literárias, estéticas, etc), já que o processo de identificar e assimilar o que se observa é extremamente pessoal. Então, penso que o gostar sempre é imparcial, nunca pondera todos os lados, nem se quer os enxerga em plenitude.</p>
<p>É bem verdade que Rogério Skylab tem a proposta de fazer músicas sob um aspecto cômico, tragicômico, e muitas daz vezes passa do limite quando narra por exemplo histórias de homossexualismo, assassinato, doenças terminais e deficiências físicas. Contudo, analisando especificamente a música &#8220;Parafuso na cabeça&#8221; podemos identificar pontos positivos também.</p>
<p>Vendo o clipe, a começar há um solo de guitarra criativo e cativante; o baixo paralelamente faz uma marcação harmoniosa e variante. A letra pode não ser uma obra prima, porém as palavras são bem escolhidas, são sonoras e encaixam bem nas passagens da música. Por fim, a mensagem transmitida é um dos pontos mais altos, tendo em vista que é lúcida como muitas músicas sérias não são.</p>
<p>Ou seja, definir o que é ruim ou não, está muito mais situado no que buscamos achar do que no que realmente as coisas sejam. Cabe então o trabalho de um verdadeiro garimpeiro, explorando universos dos mais diversificados e filtrando aquilo que nos convém. No caso da música, ouvir todos os discos, ultrapassar a barreira das rádios e selecionar o que for de agrado é o melhor meio. Um meio sem restrições de nome ou gênero, um meio que vai direto à unidade do registro sonoro.</p>
<p>Lauro Gryon<br />
oocritico@yahoo.com.br</p>
<p>   &#8230; (essa postagem ainda será finalizada)</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://oolharcritico.wordpress.com/2008/04/20/o-que-e-ser-ruim/"><img src="http://img.youtube.com/vi/jaeyMY4iQGE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Televisões e Intenções</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 13:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lauro Gryon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[90]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
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		<description><![CDATA[O documentário produzido pela rede de televisão londrina BBC, o qual recebeu no Brasil o nome de &#8220;Além do Cidadão Keane&#8221; é uma boa fonte de informação para refletirmos sobre a notícia que recebemos especificamente das redes televisivas. Embora, produzido na década de 90, as questões matem-se atuais.
A intencionalidade e os ligamentos político-partidários apresentados, no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=oolharcritico.wordpress.com&blog=3526685&post=20&subd=oolharcritico&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O documentário produzido pela rede de televisão londrina BBC, o qual recebeu no Brasil o nome de &#8220;Além do Cidadão Keane&#8221; é uma boa fonte de informação para refletirmos sobre a notícia que recebemos especificamente das redes televisivas. Embora, produzido na década de 90, as questões matem-se atuais.</p>
<p>A intencionalidade e os ligamentos político-partidários apresentados, no exemplo de casos ocorridos com a Rede Globo, permite-nos constatar como a TV pode ser um instrumento de poder vital para sustentação de classes e por conseqüência como somos reféns deste processo. </p>
<p>Duas são as questões danosas para o ainda presente panorama: o primeiro é que as redes dependem do governo federal para a obtenção  da concessão que então as permita entrar e permanecer no ar. Logo, estabelecendo uma certa subserviência em que interesses podem ser extraídos desta relação. O segundo ponto é que a TV, principalmente por ser um canal de altíssima amplitude de formação de opinião, é gerenciada muitas das vezes, mesmo que indiretamente, por grupos e/ou membros partidários na finalidade de agregar eleitores para uma hegemonia de governança . </p>
<p>Talvez hoje vivamos em um regime pior que o ditatorial. Pois imposições ocorrem de formas tão sutis e complexas (protegidas pela utopia de democracia), que nem se quer mais temos a percepção de quando ocorrem. A naturalidade perante o problema é de tamanha proporção, que nos inibe a uma mobilização e o conformismo tende a imperar.</p>
<p><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-570340003958234038'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-570340003958234038'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span><br />
fonte: google video</p>
<p>Apesar de corroborar com a crítica levantada no documentário, uma pergunta é bem vinda ao final do vídeo: qual o intuito em produzir determinado material especificamente da Rede Globo de Televisão? Será que em outros países e canais o mesmo não ocorre? Por que a escolha pelo Brasil? </p>
<p>No presente momento em que a história foi retratada a Rede Globo era a 4ª maior rede de televisão do Mundo, somente atrás de três canais norte-americanos. Logo, A BBC, produtora do material, ocupava uma colocação inferior. A apresentação de dados negativos sobre uma marca concorrente, logicamente induz a conclusão de que na realidade foram frutos de uma briga por mercado, mercado de telespectadores. </p>
<p>Enfim, a questão essencial não foi alertar que somos massa de manobra da Rede Globo, mas sim transmitir a idéia de &#8220;como assistir um canal que manipula informações a seu favor?&#8221;. A concorrência, muitas das vezes ocasiona em bons resultados para o consumidor, e, neste caso, não foi diferente, pois obtivemos acesso a um documentário importante. Todavia, é necessário pensar que as relações de poder (seja político, religioso, econômico ou qualquer outro que seja) ultrapassam a questão de um único canal de TV ou de uma específica região territorial. Estas relações estão presentes até mesmo na BBC de Londres e espalhadas pelos quatro cantos do globo.</p>
<p>Lauro Gryon<br />
oocritico@yahoo.com.br</p>
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